A pré-história corresponde à primeira etapa da evolução humana e a subsistência era à base de raízes, frutos, da caça e da pesca.
Utilizavam instrumentos rudimentares, feitos de ossos, madeira ou lascas de pedra.
Viviam em bandos e dispunham colectivamente das habitações, terras, águas e bosques. A sua vivência em bandos e habitações comunitárias deram origem a uma vida sedentária, como estavam sempre no mesmo sitio, os alimentos iam escasseando e isso obrigava-os a deslocarem-se de terra em terra, tornando-se nómadas.
A descoberta do fogo foi um avanço para a sua sobrevivência, porque permitiu-lhes protegerem-se do frio, preparem melhor os alimentos e a protegerem-se dos animais que os atacavam.
Ao tornarem-se sedentários, deixaram de viver em cavernas e passaram a viver em tendas feitas de peles de animais. Estas peles que revestiam as tendas eram extraídas dos animais que eles caçavam e que serviam ao mesmo tempo para fazerem o seu próprio vestuário. Os pilares da tenda eram construídos com galhos que eles retiravam das árvores.
Houve então avanços tecnológicos e eles dedicaram-se à agricultura, domesticaram alguns animais e construíram as suas próprias habitações.
Alguns mudaram-se para mais perto da água e construíram palafitas. Estas eram feitas de madeira e em cima da água.
Nesta altura eles eram sedentários e já tinham forma de subsistir porque a partir do momento em que lançavam as sementes à terra, nasciam plantas e estas davam-lhes alimentos necessários para o dia-a-dia.
Nascem assim as aldeias, as casas construídas são de forma redonda, paredes em madeira, telhados em palha e eles vivem em comunidade.
A partir daqui a necessidade de querer mais e mais conforto estava patente, porque o homem tinha cada vez mais inteligência e os recursos que a natureza lhe dava eram muitos.
Com o aumento da população, tornou-se evidente que eles tinham que pensar em algo para fazer face a este crescimento. Surgiram então as cidades e com estas o desenvolvimento progressivo das habitações.
O homem de dia para dia só pensava no seu conforto e não nas consequências da extracção dos materiais necessários para a construção.
Doravante, estes materiais, principalmente a pedra e a madeira eram retirados da natureza a um ritmo alucinante, sem perceberem que as florestas eram os verdadeiros reservatórios de dióxido de carbono.
Estes terrenos em que outrora foram florestas, se forem abandonados podem demorar décadas a repôr o equilíbrio e o mesmo se passa com as pedreiras.
Estes terrenos vão sofrer uma elevada erosão, podendo com as chuvas intensas ceder e levar ao deslizamento da terra. Com isto podem ficar casas, animais e até pessoas soterradas.
Mas isto não é tudo, pois, para a extracção de materiais é preciso máquinas e estas estão constantemente a poluir o ar. Durante o manuseamento das máquinas as encostas frágeis podem desmoronar.
Temos que pensar em tudo o que estamos a fazer e tentar minorar o problema.
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