terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


Avaliação dos alunos:

  • Ricardo-------------------------Muito Bom
  • Ana Isabel--------------------Muito Bom
  • João-----------------------------Bom
  • Ana Fernanda- --------------Muito Bom
  • Roberto- ----------------------Bom
  • Hélder-------------------------Muito Bom
  • Bruno-------------------------Muito Bom
  • Rita----------------------------Faltou
  • Feliciano-----------------------Faltou

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A evolução humana e o ambiente

A pré-história corresponde à primeira etapa da evolução humana e a subsistência era à base de raízes, frutos, da caça e da pesca.
Utilizavam instrumentos rudimentares, feitos de ossos, madeira ou lascas de pedra.
Sobreviviam quase sempre em abrigos naturais, como cavernas ou copas de árvores.
Viviam em bandos e dispunham colectivamente das habitações, terras, águas e bosques. A sua vivência em bandos e habitações comunitárias deram origem a uma vida sedentária, como estavam sempre no mesmo sitio, os alimentos iam escasseando e isso obrigava-os a deslocarem-se de terra em terra, tornando-se nómadas.
A descoberta do fogo foi um avanço para a sua sobrevivência, porque permitiu-lhes protegerem-se do frio, preparem melhor os alimentos e a protegerem-se dos animais que os atacavam.
Ao tornarem-se sedentários, deixaram de viver em cavernas e passaram a viver em tendas feitas de peles de animais. Estas peles que revestiam as tendas eram extraídas dos animais que eles caçavam e que serviam ao mesmo tempo para fazerem o seu próprio vestuário. Os pilares da tenda eram construídos com galhos que eles retiravam das árvores.
Houve então avanços tecnológicos e eles dedicaram-se à agricultura, domesticaram alguns animais e construíram as suas próprias habitações.
Alguns mudaram-se para mais perto da água e construíram palafitas. Estas eram feitas de madeira e em cima da água.
Nesta altura eles eram sedentários e já tinham forma de subsistir porque a partir do momento em que lançavam as sementes à terra, nasciam plantas e estas davam-lhes alimentos necessários para o dia-a-dia.
Nascem assim as aldeias, as casas construídas são de forma redonda, paredes em madeira, telhados em palha e eles vivem em comunidade.
A partir daqui a necessidade de querer mais e mais conforto estava patente, porque o homem tinha cada vez mais inteligência e os recursos que a natureza lhe dava eram muitos.
Com o aumento da população, tornou-se evidente que eles tinham que pensar em algo para fazer face a este crescimento. Surgiram então as cidades e com estas o desenvolvimento progressivo das habitações.
O homem de dia para dia só pensava no seu conforto e não nas consequências da extracção dos materiais necessários para a construção.
Doravante, estes materiais, principalmente a pedra e a madeira eram retirados da natureza a um ritmo alucinante, sem perceberem que as florestas eram os verdadeiros reservatórios de dióxido de carbono.
Estes terrenos em que outrora foram florestas, se forem abandonados podem demorar décadas a repôr o equilíbrio e o mesmo se passa com as pedreiras.
Estes terrenos vão sofrer uma elevada erosão, podendo com as chuvas intensas ceder e levar ao deslizamento da terra. Com isto podem ficar casas, animais e até pessoas soterradas.
Mas isto não é tudo, pois, para a extracção de materiais é preciso máquinas e estas estão constantemente a poluir o ar. Durante o manuseamento das máquinas as encostas frágeis podem desmoronar.
Temos que pensar em tudo o que estamos a fazer e tentar minorar o problema.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A condenação do urso polar pelo aquecimento global

O urso polar vive junto às costas polares ou congeladas e está especialmente adaptado para viver nestes ambientes. (Dicopédia 2009)
Os Ursos polares (Thalarctos maritimus), mais conhecidos como ursos brancos, vivem na margem do gelo glaciar árctico, a partir do qual fazem os seus avanços ou retrocessos sazonais, e no interior local fazem as suas viagens que podem ir até aos cento e cinquenta quilómetros.
Vivem na costa gelada da Sibéria, nas costas geladas da Noruega, da Gronelândia, do Canadá e dos Estados Unidos da América do Norte. (Diciopédia 2009)
Os seus dentes estão particularmente ajustados a uma dieta carnívora. O urso polar mede entre dois a três metros de comprimento e o peso de alguns machos pode ir até à uma tonelada. (Diciopédia 2009)
Os músculos anteriores do urso polar são fortes e isso faz com que tire com facilidade as focas da água. (Diciopédia 2009)
Ele pode armazenar no seu estômago cerca de setenta quilos de alimento e isso vai permitir satisfazer as suas grandes carências alimentares durante o Inverno Árctico. (Diciopédia 2009)
A pelagem deste urso é branca ou amarelada e é formada por longo pêlo duplo e subpêlo espesso, assim como, por uma camada de gordura subcutânea com uma grossura de cinco a dez centímetros que o protegem do frio. Esta pelagem e tudo o que está envolvido vai-lhe permitir mergulhar nas águas geladas e percorrer longas distâncias. (Diciopédia 2009)


Os pêlos da parte inferior das patas são duros e são um excelente isolador térmico e de tracção sobre a neve. A sua pelagem branca, quase se confunde com a neve e não é visível com infra-vermelhos. (Urso-polar-Wikipédia, a enciclopédia livre)


Ele é um animal solitário que vagueia pelos gelos flutuantes e as fêmeas ficam nas bermas da placa de gelo, nas suas tocas. (Diciopédia 2009)


Mas com o aquecimento global o gelo está a derreter, devido ao aumento da temperatura e isso faz com que ele se vá separando um do outro. O urso como está habituado a nadar entre eles, não se vai aperceber que está a uma distância difícil de alcançar e nesse percurso ele morre afogado. (Diciopédia 2009)


A culpa de tudo isto é das alterações climáticas que ameaçam os ritmos naturais da terra. São alteradas pela mão humana, com a exploração excessiva dos recursos naturais, mas também, podem ser alterados por fenómenos naturais. No entanto, a mão humana é a que mais contribui porque vai alterar os ecossistemas terrestres e marítimos e isso vai ter aspectos negativos.(Diciopédia 2009)
O aquecimento global é uma alteração climática com aspectos negativos muito preocupantes, a vários níveis. (Diciopédia 2009)A temperatura da terra, com o rápido aquecimento global dos últimos trinta anos, está a passar por um nível de temperatura mais alto do nosso habitat e de todos nós que estamos inseridos nele. Um período de clima mais ou menos estável e que existe há mais de dez mil anos. A Terra tornar-se-á mais quente com a subida da temperatura em mais um grau celsius, do que foi no último milhão de anos. Com o aumento de dois por cento ao ano, da emissão de CO2 produzido pelos combustíveis fosseis e a nossa atitude de esquecimento perante este cenário, vai ser acrescido de dois a três graus celsius neste século. (www.malhatlantica.pt/cnaturais_aq_cl.htm)

Pode ser exemplificado pelo efeito de estufa, que se traduz na libertação de gases poluentes que vão dar à atmosfera o poder de assimilar a radiação infravermelha, que vai favorecer a retenção de calor. (Diciopédia 2009)

Essa retenção de calor é igual ao que acontece num automóvel parado ao sol com os vidros completamente fechados. O calor vai aquecer excessivamente o carro, os vidros impedem a sua saída e o que vai fazer com ele aqueça cada vez mais. (Diciopédia 2009)

Na atmosfera, o dióxido de carbono e os poluentes sobem de uma tal maneira, que faz as temperaturas aumentarem gradualmente.

Com tudo isto vai haver consequências desastrosas, tais como:

  • A subida da água do mar no decorrer do próximo século;
  • A redução das chuvas;
  • O aumento da desertificação e também da fome no mundo;
  • A destruição dos seres vivos, animais e plantas, que vivem em estuários, deltas e zonas baixas da costa.


(Diciopédia 2009)


O gelo nos pólos,devido ao aumento da temperatura está a derreter a uma velocidade preocupante. esta água transformada do gelo vai fazer com que o mar se expanda e provoque a inundação de algumas cidades, ilhas e até algumas praias quase até às casas.


Quinze das maiores cidades ficam perto da água e as Maldivas que ficam a baixa altitude são das primeiras a ficarem submersas. (Documentário a 11ª Hora, canal 2 RTP)

Bibliografia

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sputnik-Impacto Social

A utilização do foguetão pelos russos na corrida ao espaço mexeu com a população, pois todos seguiram a par e passo o que estava relacionado com isso.
Os populares tinham receio, porque como estavam em guerra pensavam que os iam bombardear.
Tudo isto verificou-se, porque estávamos em plena "Guerra Fria, designação dada ao período em que os Estados Unidos e a União Soviética estavam nas disputas estratégicas e nos conflitos dissimulados, coincidindo com o fim da Segunda Guerra Mundial e a extinção da União Soviética".
Com a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a Rússia capturaram a maioria dos engenheiros que trabalharam no desenvolvimento do foguete.
Wenher Von Braun e a sua equipa, para não serem assassinados por Hitler, foram para os Estados Unidos como prisioneiros de guerra, e aí viram-se obrigados a continuar com o desenvolvimento do V-2. Isto tornou-se numa mais valia para os Estados Unidos, porque eles gostavam de se exibir, mostrando o que estavam a desenvolver.
A Rússia, como tinha uma mentalidade fechada e não dava a conhecer nada do que estava a fazer, quis ser a primeira a lançar o foguete. Como sabia que os Estados Unidos estavam a trabalhar num satélite, lançou o "Sputnik", que apanhou todos de surpresa.
A partir daqui dá-se a "corrida ao espaço", que foi uma competição de tecnologia espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética, que ocorreu durante a Guerra Fria, considerada pela população como o momento mais emocionante da história da exploração espacial.
A partir daqui, verificou-se uma competição entre a Rússia e o Estados Unidos, para ver quem conseguia melhores resultados. A agitação em torno disto tudo, fez com que alguns elementos da população quisessem seguir uma carreira na NASA.