quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A condenação do urso polar pelo aquecimento global

O urso polar vive junto às costas polares ou congeladas e está especialmente adaptado para viver nestes ambientes. (Dicopédia 2009)
Os Ursos polares (Thalarctos maritimus), mais conhecidos como ursos brancos, vivem na margem do gelo glaciar árctico, a partir do qual fazem os seus avanços ou retrocessos sazonais, e no interior local fazem as suas viagens que podem ir até aos cento e cinquenta quilómetros.
Vivem na costa gelada da Sibéria, nas costas geladas da Noruega, da Gronelândia, do Canadá e dos Estados Unidos da América do Norte. (Diciopédia 2009)
Os seus dentes estão particularmente ajustados a uma dieta carnívora. O urso polar mede entre dois a três metros de comprimento e o peso de alguns machos pode ir até à uma tonelada. (Diciopédia 2009)
Os músculos anteriores do urso polar são fortes e isso faz com que tire com facilidade as focas da água. (Diciopédia 2009)
Ele pode armazenar no seu estômago cerca de setenta quilos de alimento e isso vai permitir satisfazer as suas grandes carências alimentares durante o Inverno Árctico. (Diciopédia 2009)
A pelagem deste urso é branca ou amarelada e é formada por longo pêlo duplo e subpêlo espesso, assim como, por uma camada de gordura subcutânea com uma grossura de cinco a dez centímetros que o protegem do frio. Esta pelagem e tudo o que está envolvido vai-lhe permitir mergulhar nas águas geladas e percorrer longas distâncias. (Diciopédia 2009)


Os pêlos da parte inferior das patas são duros e são um excelente isolador térmico e de tracção sobre a neve. A sua pelagem branca, quase se confunde com a neve e não é visível com infra-vermelhos. (Urso-polar-Wikipédia, a enciclopédia livre)


Ele é um animal solitário que vagueia pelos gelos flutuantes e as fêmeas ficam nas bermas da placa de gelo, nas suas tocas. (Diciopédia 2009)


Mas com o aquecimento global o gelo está a derreter, devido ao aumento da temperatura e isso faz com que ele se vá separando um do outro. O urso como está habituado a nadar entre eles, não se vai aperceber que está a uma distância difícil de alcançar e nesse percurso ele morre afogado. (Diciopédia 2009)


A culpa de tudo isto é das alterações climáticas que ameaçam os ritmos naturais da terra. São alteradas pela mão humana, com a exploração excessiva dos recursos naturais, mas também, podem ser alterados por fenómenos naturais. No entanto, a mão humana é a que mais contribui porque vai alterar os ecossistemas terrestres e marítimos e isso vai ter aspectos negativos.(Diciopédia 2009)
O aquecimento global é uma alteração climática com aspectos negativos muito preocupantes, a vários níveis. (Diciopédia 2009)A temperatura da terra, com o rápido aquecimento global dos últimos trinta anos, está a passar por um nível de temperatura mais alto do nosso habitat e de todos nós que estamos inseridos nele. Um período de clima mais ou menos estável e que existe há mais de dez mil anos. A Terra tornar-se-á mais quente com a subida da temperatura em mais um grau celsius, do que foi no último milhão de anos. Com o aumento de dois por cento ao ano, da emissão de CO2 produzido pelos combustíveis fosseis e a nossa atitude de esquecimento perante este cenário, vai ser acrescido de dois a três graus celsius neste século. (www.malhatlantica.pt/cnaturais_aq_cl.htm)

Pode ser exemplificado pelo efeito de estufa, que se traduz na libertação de gases poluentes que vão dar à atmosfera o poder de assimilar a radiação infravermelha, que vai favorecer a retenção de calor. (Diciopédia 2009)

Essa retenção de calor é igual ao que acontece num automóvel parado ao sol com os vidros completamente fechados. O calor vai aquecer excessivamente o carro, os vidros impedem a sua saída e o que vai fazer com ele aqueça cada vez mais. (Diciopédia 2009)

Na atmosfera, o dióxido de carbono e os poluentes sobem de uma tal maneira, que faz as temperaturas aumentarem gradualmente.

Com tudo isto vai haver consequências desastrosas, tais como:

  • A subida da água do mar no decorrer do próximo século;
  • A redução das chuvas;
  • O aumento da desertificação e também da fome no mundo;
  • A destruição dos seres vivos, animais e plantas, que vivem em estuários, deltas e zonas baixas da costa.


(Diciopédia 2009)


O gelo nos pólos,devido ao aumento da temperatura está a derreter a uma velocidade preocupante. esta água transformada do gelo vai fazer com que o mar se expanda e provoque a inundação de algumas cidades, ilhas e até algumas praias quase até às casas.


Quinze das maiores cidades ficam perto da água e as Maldivas que ficam a baixa altitude são das primeiras a ficarem submersas. (Documentário a 11ª Hora, canal 2 RTP)

Bibliografia

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sputnik-Impacto Social

A utilização do foguetão pelos russos na corrida ao espaço mexeu com a população, pois todos seguiram a par e passo o que estava relacionado com isso.
Os populares tinham receio, porque como estavam em guerra pensavam que os iam bombardear.
Tudo isto verificou-se, porque estávamos em plena "Guerra Fria, designação dada ao período em que os Estados Unidos e a União Soviética estavam nas disputas estratégicas e nos conflitos dissimulados, coincidindo com o fim da Segunda Guerra Mundial e a extinção da União Soviética".
Com a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a Rússia capturaram a maioria dos engenheiros que trabalharam no desenvolvimento do foguete.
Wenher Von Braun e a sua equipa, para não serem assassinados por Hitler, foram para os Estados Unidos como prisioneiros de guerra, e aí viram-se obrigados a continuar com o desenvolvimento do V-2. Isto tornou-se numa mais valia para os Estados Unidos, porque eles gostavam de se exibir, mostrando o que estavam a desenvolver.
A Rússia, como tinha uma mentalidade fechada e não dava a conhecer nada do que estava a fazer, quis ser a primeira a lançar o foguete. Como sabia que os Estados Unidos estavam a trabalhar num satélite, lançou o "Sputnik", que apanhou todos de surpresa.
A partir daqui dá-se a "corrida ao espaço", que foi uma competição de tecnologia espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética, que ocorreu durante a Guerra Fria, considerada pela população como o momento mais emocionante da história da exploração espacial.
A partir daqui, verificou-se uma competição entre a Rússia e o Estados Unidos, para ver quem conseguia melhores resultados. A agitação em torno disto tudo, fez com que alguns elementos da população quisessem seguir uma carreira na NASA.

domingo, 1 de novembro de 2009

STC - Professor Franquelim Oliveira


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O poder das máquinas


Neste momento estou desempregada mas, trabalhei durante vinte anos na Yazaki.
Esta empresa sempre incentivou os colaboradores a evoluírem, tanto a nível pessoal, como a nível intelectual e, para isso, sempre incluiu no processo de crescimento dos seus trabalhadores várias formações internas.
Há nesta empresa, a área de recepção e armazenagem, que estão interligadas. A recepção tem como função descarregar todo o material proveniente dos fornecedores. Essa descarga pode ser manual, através de porta-paletes manuais, eléctricos ou também de empilhador, conforme o peso e a quantidade do mesmo. Seguidamente faz-se a verificação da carga, averiguando se corresponde à descrita nas facturas. Procede-se então ao registo das mesmas e à sua entrada no sistema informático com os códigos correspondentes. Faz-se uma conferência rigorosa de cada componente e respectivas quantidades e entretanto prepara-se todo o material para arrumação no respectivo armazém.
O armazém conta com várias áreas específicas, está tudo agrupado por famílias. Os terminais tem uma área específica, os fios outra, as fitas isoladoras, os materiais diversos e os conectores cada um com a sua
.

Todos os materiais são arrumados seguindo normas muito exigentes. No método de arrumação tem que se seguir a regra "FIRST IN, FIRST OUT", ou seja , arrumam-se todos os materiais respeitando os lotes de chegada e fornecem-se os mesmos também por ordem de chegada.
O último processo corresponde ao fornecimento do material previamente requisitado pela produção, fazendo-se a leitura do mesmo através do código de barras, diminuindo assim automaticamente o stock no sistema.
Assim sendo, as novas exigências para a actividade da logística passa pelo maior controle e identificação de oportunidades, de redução de custos, redução nos prazos de entrega e um aumento de qualidade, no cumprimento do prazo, disponibilidade constante das peças, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos, inovação tecnológica.
Para isso a empresa sempre se disponibilizou para pôr ao nosso alcance todo o tipo de máquinas capazes de fazer frente à competitividade existente no mercado, o que fazia com que nós trabalhássemos mais rápido e eficientemente.
A empresa optou por máquinas eléctricas, porque são amigas do ambiente, não produzem gases de escape, o que vai permitir não haver poluição do ar e são mais económicas, uma vez que elas são utilizadas durante oito horas seguidas.
Nós tínhamos ao nosso dispor diversos tipos de máquinas:

  • Empilhador»» Tem por finalidade o transporte ou elevação de cargas;



  • Máquina trilateral»» Consiste no poder de arrumar ou fornecer materiais num corredor estreito, porque tem um mecanismo que faz o deslocamento dos garfos a 180º;
  • Order picker de baixo nível»» Permite transportar e arrumar todos os tipos de materiais até uma altura de dois metros;

  • Order picker de elevação média»» Esta máquina tem um poder de elevação até os quatro metros de altura, o que nos permitia arrumar todo o material que ficasse acima dos dois metros;

  • Porta-paletes manual»» Facilita o transporte e a movimentação de materiais assim como o seu armazenamento ao nível do solo;

  • Porta-paletes eléctrico»» Permite proceder à movimentação de materiais, assim como o seu armazenamento ao nível do solo, sem que para tal necessitássemos de o puxar.


REGRAS DE UTILIZAÇÃO


No dia-a-dia, antes de começarmos a trabalhar éramos obrigados a seguir algumas regras no que diz respeito às máquinas. Havia uma folha de registo de avaria com os itens que deveríamos seguir, a qual estava colada na respectiva máquina e era substituída mensalmente.

O Porta-Paletes Manual era o único que fugia à regra porque, dada a simplicidade do seu mecanismo, não necessitava de verificação diária. Só de vez em quando é que devíamos certificar se as rodas dianteiras e as traseiras, o manípulo que permite a subida e descida e os garfos estavam nas perfeitas condições de funcionamento.

Em relação ao uso deste equipamento, não o devería utilizar para fazer "skate", mas sim para transportar mercadoria.

O Porta-Paletes Eléctrico era um pouco mais complexo. Como era eléctrico, devíamos verificar se a bateria estava a carregar, se as luzes de indicador desta estavam acesas, se a buzina e os botões que permitiam a subida e descida estavam a funcionar.

O uso que lhe dávamos era transportar mercadorias e não pessoas.

Em relação à Order Picker De Baixo Nível ao efectuarmos a verificação, já tínhamos que dar uma série de passos, que não dávamos no anterior.
A primeira coisa a fazer era desligar a máquina da corrente e, seguidamente, verificar se a bateria tinha água, acrescentando se fosse necessário. Depois disto dáva-se uma série de passos necessários para a verificação final, tais como: examinava se o mostrador da bateria, a buzina, a alavanca da subida e descida, o botão que fazia contacto à máquina, o guiador, o pedal de contacto do pé, o botão de emergência, a roda que faz accionar a máquina e as rodas traseiras e dianteiras, estavam em perfeitas condições para se operar com ela.


Esta máquina foi concebida para um só trabalhador, por isso mesmo só um é que podia permanecer nela, logo, não podíamos transportar ninguém ao longo do percurso e, quando estávamos a trabalhar com a máquina elevada, tínhamos de ter cuidado para não cair.

Na Order Piker De Elevação Média, desligávamos a bateria da corrente, acrescentando água, se necessário. Depois verificávamos uma série de elementos, tais como: as protecções laterais (muito importante), o indicador de bateria, os botões que fazem accionar a máquina, a alavanca de marcha atrás, o botão de emergência, a buzina, o pedal que faz accionar a máquina com o pé, o botão da subida e descida da cabine, os botões que permitiam a subida e descida dos garfos, isto para ver se estavam a funcinar nas devidas condições.


Nesta máquina eram permitidas duas pessoas, se o trabalho assim o exigisse e, quando estávamos em plena actividade, com a máquina elevada não deveríamos abrir as protecções laterais, embora de vez em quando para chegarmos a algum material as abríssemos, mas com redobrados cuidados.

Antes de utilizar o Empilhador, desligava-se a bateria da corrente e acrescentava-se água se, necessário. Começávamos por verificar o sistema elevador, tejadilho protector do condutor, assento do condutor, tampa de cobertura, contrapeso, eixo motriz e o directriz, os garfos, estrutura de condutor com painel, cilindro de elevação, estado dos pneus,estado da corrente do sistema de elevação, a buzina, as luzes, o hidráulico, o travão de mão e pé, o pedal que faz accionar a máquina, o painel das luzes da bateria, se estavam nas perfeitas condições de trabalho.


Não era permitido transportar pessoas em nenhum sitio da máquina. Devíamos circular com precaução e respeitar as regras de trânsito, mantendo o perfeito domínio da máquina. Devíamos fazer as curvas devagar, buzinar em todas as situações em que não tivéssemos visibilidade.

Não devíamos fazer habilidades com esta, mudanças de direcção e travagens bruscas. Quando circulávamos com o empilhador vazio devíamos fazê-lo com os garfos somente levantados 15 a 20 cm do chão e, se a visão frontal estivesse obstruída com alguma palete, devíamos circular de marcha atrás.


Na Máquina trilateral procedíamos da mesma forma da máquina anterior. A única coisa que esta máquina tem de diferente é que devíamos averiguar os garfos e a ponte, isto é, se estes se deslocavam para a esquerda e a direita e se a ponte fazia o deslocamento dos garfos a 180º.


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Equipamentos-princípios de funcionamento

No meu dia-a-dia preciso de utilizar variadíssimos electrodomésticos. Durante o decorrer do trabalho vou falar de alguns deles.
Um dos electrodomésticos que uso é o ferro de caldeira. Não lhe dou outro uso que não seja o fim ao qual se destina: engomar a roupa. Optei por este ferro porque poupo energia e passo muita roupa a ferro em pouco tempo. Quando o comprei verifiquei se a voltagem dele correspondia à da minha casa, se o interruptor que tem na base funcionava bem, permitindo o ligar e desligar. Também tive em atenção o termostato ser fácil de utilizar, dispondo de várias opções de níveis de temperatura.
As precauções que tenho com ele são várias:
  • Uso como já disse o ferro apenas para engomar roupa;
  • Não mergulho o ferro em água, para evitar choques eléctricos;
  • Antes de deitar a água na caldeira, desligo o ferro;
  • Não puxo pelo cabo eléctrico para o desligar;
  • Deixo o ferro arrefecer para guardá-lo;
  • Não uso o ferro se o cabo estiver danificado ou se este tiver sofrido algum dano;
  • Não deixo o ferro em cima da tábua se tiver crianças em casa;
  • Quando este está com algum problema, dou-o ao meu marido para ser consertado.

Na continuação do trabalho diário em casa, utilizo também o fogão, que é a gás. Este electrodoméstico é imprescindível no meu quotidiano, porque eu preciso de cozinhar.

Optei por comprar o fogão a gás porque, no meu entender, é mais prático e mais económico. É mais prático, porque quando falta a luz, tenho sempre forma de cozinhar e mais económico porque quando preciso de reduzir o calor, este é mais rápido do que o eléctrico. Quando o comprei verifiquei se ele tinha a etiqueta nacional de conservação de energia (ENCE), que identifica e classifica os fornos e fogões a gás.

Os cuidados a ter com ele são:

  • Substituir a mangueira do gás de cinco em cinco anos;
  • Quando estou a utilizar a frigideira nunca deixo o cabo virado para fora;
  • Acendo o isqueiro e só depois o gás;
  • Instalei a botija do gás fora de casa para estar num sítio mais arejado e sem estar ao calor;
  • Quando algo está a ferver nos tachos, reduzo o gás para evitar que o conteúdo verta por fora.